No texto, a resposta para a pergunta é condicionada ao quão longe chega
a carícia: “É pecado caso o orgasmo seja alcançado por meio dessa
prática. Isso porque, semelhantemente ao que ocorre no sexo anal –
quando o reto recebe uma introdução estranha à sua natureza – a boca
foi feita exclusivamente para falar e receber o alimento”.
Para o caso de a carícia não provocar orgasmo, não há problema algum,
segundo o texto: “Isso não impede, no entanto, que, durante o início da
relação – mais conhecido como preliminares – o casal realize a prática
como um carinho, para que ambos sejam estimulados a alcançar o ápice.
Não faz diferença se for introduzido na boca um órgão genital, um dedo
da mão ou do pé, desde que o momento de maior prazer sexual aconteça
por meio do método reprodutivo básico dos seres humanos”.
O texto não especifica se essa carícia pode ser feita por casais que
ainda não se casaram ou se deve acontecer apenas dentro do casamento.
Em seu blog, o bispo Edir Macedo afirmou recentemente que o assunto
sexo oral não é regulamentado pela Bíblia: “A Palavra de Deus não fala
nesse assunto em detalhes, mas como já escrevi num blog passado, tudo
depende da sua fé. Se a sua consciência dói, é porque é pecado para
você. Se não, é porque não é”.




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